O que importa, no final, são as pessoas que cativamos.
Ando bastante ocupado, escrevendo o texto da minha dissertação de mestrado. Pretendo defender ainda esse ano, então tenho precisado correr. Engraçado como às vezes tudo parece caminhar para um desastre, as boas perspectivas parecem impossíveis, parecem desaparecer. Era assim a alguns meses, cheguei a acreditar que esse mestrado não sairia, e entretanto agora devo ser o cara mais otimista dentre meus amigos.
Além disso, hoje fiquei sabendo que provavelmente conseguirei fazer meu doutorado próximo ano, no lugar em que desejava: França. Não é uma certeza absoluta, mas me parece que realmente vai dar certo.
Explico agora a frase solta no início do post. Nada do que citei acima seria possível, se eu não tivesse conhecido as pessoas certas, nas horas certas. Acho que devo todo meu mestrado a alguém que se tornou uma pessoa especial para mim: minha orientadora, Cláudia. Nem preciso dizer das qualidades acadêmicas dela: ela é uma pessoa genial. Mas foi mais do que isso que me sustentou até aqui. Acho que ela já teve todos os motivos do mundo para não acreditar em mim: já aconteceu comigo de tudo, nesses dois anos: depressão, doença, preguiça. No entanto ela esteve sempre lá, e mais do que isso: sempre acreditou em mim.
Me mandou à França no começo do ano, quando poderia ter mandado tantos outros mais capazes do que eu. E foi graças a ela que acabei conhecendo outra pessoa excepcional, o Fred, que me orientou quando estive lá, e que é quem está providenciando minha ida no doutorado. Afora eles, meus amigos, que sempre estiveram comigo. Acho que tenho sorte, porque não tenho só um melhor amigo, tenho um grupo deles. André, Leon, Gabriel, Vitor. Já tem sido toda uma vida com eles, e é deles que vou sentir mais falta no dia em que tiver de me ausentar.
Não sei, hoje me senti invadido por esse sentimento de gratidão por todas essas pessoas, eu precisava mesmo escrever isso(ainda que saiba que nem todos eles poderão ler). Me sinto feliz, apesar que ainda tenha algumas coisas que insistem em incomodar, mas é mesmo como diz a música: "I get by with a little help from my friends".
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5 comentários:
Respondendo: Ó meu caro leonardo, pensar, por si só, é muito intrigante ... Por que não sentir, sentir e sentir... ?
E sobre os amigos...
Como é bom ter amigos hein!
Agora "pensei"... como é intrigante o que sentimos pelos amigos! (pensar sobre sentir é intrigante tbm)
enfim;;
bjU!
essas pessoas ficarão extremamente gratas a você, por reconhecer isso.
o que a gente menos vê, ultimamente, é isso.
Parabéns, e boa sorte na defesa da sua tese ;D
Mudas-te de blog ? :º
Ola' outra vez :D
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